A experiência da morte e a vivência do luto para a criança

Rejane Friedrich – Psicóloga NAP – 07/27534 . contato@napvs.com.br

É com muita naturalidade que falamos sobre o ciclo da vida quando se refere ao nascer, crescer e reproduzir. Porém, ao nos depararmos com a etapa deste ciclo que se refere à morte, o assunto já não é visto desta forma.

            Deixar de existir é tão natural como o existir e é a maior certeza de ocorrência na minha, na sua e na vida de todos os vivos. Ela chega para todos, sem exceção. Porém falar, lidar, enfrentar e encarar a morte é difícil tendo em vista os sentimentos que ela envolve.

            Por se tratar de um assunto tão temível ele causa mais angústia ainda quando há a necessidade de tratá-lo com as crianças. Os pais se deparam com a sua própria dor e por outro lado com a ansiedade oriunda das dúvidas que possuem sobre a forma de abordar e lidar com este acontecimento traumático junto aos filhos.  É preciso que os pais saibam que, de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento que a criança está, a forma como ela entende e reage sobre a morte é diferente e por isto é importante adequar o discurso à sua idade e maturidade. Quanto mais naturalidade e simplicidade se tratar sobre a morte com a criança, mais tranquila será a sua aceitação, adaptação e reestruturação ao mundo sem a presença da pessoa falecida.

Publicado por revistavitrini

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